JULIANA RABELO

Arte, amor, comida e confissões

Apaixonada pelas cores da vida

Arte aflora. Arte em flor.

Que bom você por aqui! Quero dividir contigo as minhas três paixões: arte, culinária e literatura. Todos temos a ofertar e a receber. Afinal o que deixaremos de herança após a nossa breve passagem neste mundo é o afeto que compartilhamos.

O COMEÇO

Vou te contar uma coisa, só para você entender o que a arte fez comigo.
Em 2016 eu tive um colapso nervoso por conta do excesso de trabalho, associado a muito estresse e muita dedicação. Eu tinha uma bruxinha que cuidava de mim - o nome dela é Cenira - ela me dizia que eu era uma dama de copas guerreando com o lado masculino todo à flor da pele. Quando eu me quebrei, o meu lado masculino se quebrou e uma parte de mim que se vinculava à ele achou que eu não tinha mais forças para ser absolutamente nada.
Mas como nada é ruim de verdade mesmo, e tudo tem algo de positivo, com a quebra do meu lado masculino o meu feminino se libertou.
Foi assim que a arte voltou para mim.

AS MUSAS E O PODER DO FEMININO

Quando estava quebrada, eu quase sem querer esbarrei numa artista argentina absolutamente maravilhosa em suas cores e em suas mulheres. Seu nome é Romi Lerda. Eu me apaixonei, e a paixão foi tanta que decidi que como ela eu ia pintar o feminino.
Para a minha sorte sou absolutamente rodeada de mulheres maravilhosas, fortes, guerreiras e doces. E  o que é melhor: com infinitos lados.
Passei a brincar de ver em cada uma delas o que elas não viam.
São quadros extremamente pessoais que foram dados a cada uma das minhas musas. Eu me emociono ao perceber como eu posso estar dentro de tantas outras mulheres, pois sempre enxergo nelas o que trago em mim, ou gostaria de trazer.
A cada desenho tenho uma percepção ainda mais forte que somos todas unidas numa única teia ancestral, onde nossos DNA, raízes e sonhos se conectam e nos tornam filhas da deusa mãe.
A todas vocês minhas musas: muito obrigada!

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